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Supermercados com e-commerce: veja porque você deve surfar nesta onda rapidamente.

Walmart é agora o preferido pelos consumidores na mercearia online nos EUA. Com 33% de participação na preferência dos consumidores, ultrapassou este ano a Amazon, o gigante da venda online, que agora tem 30% (no ano passado estes números eram, respectivamente, 26% contra 36%). Ainda são números bem significativos para os dois gigantes, pois só os dois respondem por 63% da preferência deste comércio nos EUA. Os supermercados locais participam com 26%. Estes são dados da pesquisa mais recente da Retail Feedback Group.


Quais são os trunfos da Walmart, da Amazon e dos supermercados locais no online? Porque o online é tão importante para nós por aqui também?


Olhando para o consumidor percebemos vários movimentos: ele está cada vez mais online, é multicanal para definir a compra, é Omnichannel para poder comprar facilmente, com praticidade, e receber seus produtos rapidamente, com qualidade de produtos e serviços. Portanto, comprar online e receber em casa ou buscar em sua loja perto se torna cada vez mais importante, uma realidade.


O Walmart, comparando com a Amazon, tem o trunfo de ter mais lojas (são mais de 4.700 nos EUA), para atender a esta demanda (A Amazon ainda não tem 400 lojas, entre Whole Foods e amazona go).


Os supermercados locais, por sua proximidade local, podem oferecer uma linha maior de produtos (inclusive perecíveis, cuja participação na intensão de compra também vem aumentado significativamente) com uma entrega mais rápida e serviços adaptados ao local.


E a Amazon?


Pesquisa da Brick Meets Click (2018) indica que a participação (share) de compra de mercearia online lá já está em 5,5%, sobre 4,5% em 2017 (crescimento de 22%), e 3,4% em 2016 (o que dá um crescimento de 62%, 2018 sobre 2017). As projeções apontam que esta participação vai a 6,3% (2019), 7,0 (2020), 7,6 (2021) e 8,2 (2022), o que parece ser uma projeção bem conservadora, considerando o crescimento dos dois últimos anos.


Na mesma pesquisa, aparece que quem está impulsionando este crescimento é o cliente conectado, aquele que já compra online, e, esta é claramente a vantagem da Amazon.


E, o que isso impacta aqui no Brasil?

 

Vemos que muitas empresas, principalmente as maiores, estão jogando suas fichas nesta direção. O grupo Pão de Açúcar – Casino, vem tendo uma curva de aprendizado desde meados de 2000, com o site Amélia, que agora vem muito reforçado pela experiência na área do Casino, e já tem aqui um site importante com possibilidade de entrega em algumas lojas. O Carrefour vem investindo em abertura acelerada de lojas de proximidade e parcerias, visando justamente ter cobertura para praticar o Omnichannel. De acordo com a SBVP (ranking das 300 maiores empresas do varejo brasileiro - 2018) há um gap a ser preenchido no e-commerce pelos supermercados, pois apenas 18 das 140 empresas listadas possuem operação online.


A conclusão, seguindo esta linha de raciocínio, é que mesmo os supermercados locais devem se aventurar no e-commerce, com rapidez e foco local, se não para conquista de clientes, mas também para defender seu território. Afinal, nós consumidores ficamos mal acostumados rapidamente.

 

Alain Winandy - Direitos reservados

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